O astrônomo amador e o efeito “wow!”

Muitas pessoas que conhecem algum astrônomo amador se perguntam o que leva alguém a ficar horas observando o céu, muitas vezes encarando baixas (ou altas) temperaturas, em posições desconfortáveis (quase sempre!), completamente no escuro (ou pior: sobre forte poluição luminosa) ou até mesmo se espremendo para conseguir extrair o melhor da janela de um pequeno apartamento (e ainda ganha fama de ficar espiando os vizinhos).

Talvez no fim desde post essas pessoas entendam um pouco melhor por que nós nos sujeitamos a esse tipo de coisa para ver uma “fumacinha” no céu. Talvez elas não entendam, mas tudo bem, não culpo elas, é realmente algo difícil de explicar.

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Surpresa Jupteriana

Estreando neste espaço gostaria primeiro de me apresentar. Dante, prazer! Sou astrônomo amador.  Apesar de o termo “amador” estrategicamente conceder uma “licença poética” entre possíveis e eventuais deslizes e lacunas de fundamentação teórica que por desventura me venha a incorrer, não é pretexto para usá-lo inadvertidamente como escudo ou bode expiatório, pois não faria jus à tamanhas contribuições relevantes que a classe vem prestando à ciência.

O excepcional no astrônomo amador é sua capacidade de se deslumbrar com eventos simples. Cada encontro com o céu é uma experiência inédita.

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